Fosso Econômico: Como identificar empresas com fortes vantagens competitivas

Fosso Econômico
Similar ao fosso de castelos medievais, fossos econômicos criam verdadeiras barreiras de entrada a concorrentes.

Cunhado por Warren Buffett, fosso econômico é um conceito muito importante para investidores em valor.

O termo refere-se à capacidade de uma empresa manter uma vantagem competitiva em relação aos seus rivais e assim proteger sua rentabilidade e participação de mercado a longo prazo.

Similar aos fossos que cercavam castelos medievais, para proteger contra invasores, empresas com fossos econômicos criam barreiras de entrada contra a concorrência.

A estratégia de investimento de Buffett se concentra em empresas com grandes fossos econômicos, pois são mais propensas a resistir a seus concorrentes e continuarem a ser bem-sucedidas.

Fossos econômicos são características de negócios difíceis de copiar ou emular.

Ao ter uma marca bem conhecida, poder de preços, custos menores e uma grande parcela da demanda do mercado, uma empresa com um grande fosso econômico tem maior a vantagem competitiva.

Se você busca investir em empresas de qualidade, com foco no longo prazo, tem a obrigação de entender, identificar e avaliar fossos econômicos.

O que você vai aprender neste artigo:

  • Porque vantagem competitiva é muito importante para a sustentabilidade de uma empresa
  • Quais são as cinco fontes que geram fossos econômicos
  • Como identificar e avaliar empresas com fossos econômicos

Fosso Econômico: Empresas vencedoras possuem vantagem competitiva durável

Há muito tempo, os castelos eram tradicionalmente parte da cidade e parte da fortaleza defensiva.

O fosso era uma parte fundamental desta defesa – ao cercar o castelo com água, a fortaleza era mais difícil de penetrar. Quanto maior o fosso, mais difícil seria atacar um castelo.

As empresas não são diferentes dos castelos medievais.

Uma empresa bem sucedida, sem dúvida, atrairá concorrentes. Afinal, se o negócio da empresa for rentável, quem vai querer ficar de fora?

Se esses concorrentes tiverem sucesso na obtenção de participação no mercado, então eles vão prejudicar a rentabilidade do negócio original.

Assim, as empresas mais bem sucedidas são aquelas que possuem algum tipo de vantagem competitiva durável.

Essas empresas conseguem manter seu sucesso apesar dos inevitáveis ataques dos concorrentes.

As empresas com grandes fossos econômicos operam modelos de negócios que são difíceis – ou, em alguns casos, até impossíveis – dos concorrentes rivalizarem.

Fosso econômico escreve a vantagem competitiva durável de uma empresa derivada de várias táticas comerciais que lhe permitem ganhar lucros acima da média por um período de tempo sustentável.

As empresas que gozam de forte fosso econômico tendem a demonstrar um sólido desempenho financeiro e o aumento do retorno sobre o capital ao longo do tempo.

Vantagem competitiva x Fosso econômico

Uma vantagem competitiva é qualquer qualidade que permita que uma empresa ofereça produtos similares aos seus pares, enquanto desfruta de desempenho financeiro superior.

Ao longo do tempo, as empresas são mais propensas a perder sua vantagem competitiva porque, à medida que crescem seus lucros, os concorrentes são mais propensos a replicar seus métodos ou criar ainda melhores.

Uma vantagem competitiva é qualquer vantagem que atualmente permite que uma empresa ganhe margens premium em relação aos seus concorrentes.

Mas um fosso econômico é uma vantagem competitiva durável – uma vantagem competitiva que seja sustentável no futuro.

Por exemplo, uma vantagem competitiva criada por uma nova tecnologia geralmente não é muito sustentável, porque não demorará muito até que alguém venha e invente outra tecnologia melhor.

A criação de fossos econômicos podem ajudar as empresas a proteger seus lucros a longo prazo.

Para fortalecer sua mentalidade como investidor, recomendo a leitura dos artigos:

O mais importante para mim é descobrir o quão grande é um fosso em torno do negócio. O que eu amo, é claro, é um castelo grande e um grande fosso com piranhas e crocodilos.”


 – Warren Buffett

5 Fontes que Criam Fosso Econômico

Fontes de Fossos Econômicos
5 Fontes de Fossos Econômicos: Ativos Intangíveis, Custo de Mudança, Efeito de Rede, Vantagem de Custos e Escala Eficiente. Fonte: Morningstar.

Empresas de qualidade são protegidas por fossos econômicos, a vantagem competitiva de importância vital que torna difícil para os concorrentes obterem participação de mercado.

Há várias maneiras pelas quais uma empresa pode criar um fosso econômico, e é possível que uma empresa tenha mais de um.

As cinco fontes mais comuns de fosso econômico são:

  1. Ativos intangíveis
  2. Custos de mudança
  3. Efeito de rede
  4. Vantagem de custos
  5. Escala eficiente

1 – Ativos Intangíveis

Intangible Asset

Os ativos intangíveis referem-se a patentes, marcas e licenças que permitem que uma empresa proteja seu processo de produção e cobra preços premium.

Aprovações governamentais, marcas ou uma cultura de empresa única também são ativos intangíveis que podem gerar vantagem competitiva.

As patentes, por exemplo, são obtidas como resultado de arquivamentos das empresas com os governos para proteger os conhecimentos por um período de tempo específico, normalmente 20 anos.

Um exemplo de patente são as empresas do segmento farmacêutico, que ganham lucros elevados devido a medicamentos patenteados depois de gastar bilhões em pesquisa e desenvolvimento.

O fosso de uma empresa neste contexto pode ser corroído quando uma patente de grande sucesso expira, e então os fabricantes de medicamentos genéricos poderiam copiar, reproduzir e vender o medicamento a um preço muito mais barato, saturando completamente o mercado.

Para manter um fosso econômico grande, uma empresa deve ter uma vanguarda e um departamento inovador de pesquisa e desenvolvimento para continuar produzindo novos produtos bem sucedidos ou simplesmente comprar empresas com inovações patenteadas e bem-sucedidas.

Um exemplo clássico de marca forte é Coca-Cola.

Embora a Coca tenha dezenas de refrigerantes homogêneos (como a Pepsi), a empresa ainda consegue cobrar 20% a 30% a mais que as marcas genéricas.

O motivo: os consumidores se identificam com a Coca e continuam comprando sua marca favorita.

Outro exemplo de marca forte é a Apple, que aproveita o poder de sua marca para espremer os preços mais baixos de seus fornecedores, que estão ansiosos para lidar com esse titã de tecnologia de consumo.

2 – Custos de Mudança

Switching Cost

Os custos de mudança são outra faceta do fosso econômico, que tornam muito demorado e caro para os consumidores trocarem os produtos ou marcas.

Um clássico exemplo são empresas de tecnologia que oferecem soluções de software específicos certas indústrias ou profissionais.

Uma vez que o cliente dessas empresas começam a usar seu software, é improvável que ele mude, permitindo que a empresa cobre preços premium por seus produtos.

A Apple é um excelente exemplo disso: o seu ecossistema é o seu alto custo de mudança.

Qualquer usuário de um iPhone, iPod Touch ou iPad saberia que só o iTunes trabalharia com seus dispositivos, bem como o iCloud para sincronizar todos os aplicativos e dados entre dispositivos.

Para que um usuário do iPhone troque para outro sistema de telefone, o custo será alto em um sentido que seria uma perda de tempo configurando tudo a partir do zero, como atualizar música músicas por música e baixar aplicativos novamente. A inconveniência é o custo de mudança neste contexto.

Ou exemplo é o setor hospitalar, em específico o segmento de cirurgia médica.

Os cirurgiões treinam para fazer procedimentos usando dispositivos médicos específicos, como os produtos de juntas artificiais.

Depois de treinar para aprender a usar um produto específico, mudar para outro exigiria que o cirurgião perdesse conforto e familiaridade.

Além disso, como o cirurgião teria que ser treinado para usar um produto novo e concorrente, ele também teria que lutar com o tempo perdido e o dinheiro resultante da não realização de tantos procedimentos cirúrgicos.

Claramente, com certos produtos e serviços, os custos de mudança podem ser bastante elevados.

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3 – Efeito de Rede

Network Effect

O efeito de rede é uma das vantagens competitivas mais poderosas, e também é uma das mais fáceis de detectar.

O efeito de rede ocorre quando o valor de um bem ou serviço específico aumenta tanto para usuários novos quanto para usuários existentes, pois mais pessoas usam esse bem ou serviço.

Um exemplo de um efeito de rede é o mercado online, como Amazon.com e eBay, que são amplamente populares entre os consumidores devido à grande quantidade de pessoas que compram e vendem vários produtos através das plataformas.

Outros exemplos de efeito de rede são as empresas de redes sociais, como Facebook.

Os competidores terão dificuldade em atrair os usuários existentes do Facebook para usar seus serviços devido ao fato de que todos os seus amigos, colegas de trabalho ou família estão no Facebook.

O efeito da rede para o Facebook é tão forte que atualmente possui mais de um bilhão de usuários ativos.

O Facebook já viu seus lucros explodirem depois monetizou com sucesso seus usuários e, como uma empresa típica de grandes fossos econômicos, suas margens de lucro são superiores a 30%.

4 – Vantagem de Custos

Cost Advantage

A vantagem de custos é a capacidade da empresa em manter despesas operacionais muito baixas em relação às suas vendas em comparação com seus pares. Isso pode prejudicar sua concorrência ao baixar os preços e manter os rivais à distância.

Considere a Wal-Mart, gigantesca empresa de varejo nos Estados Unidos que possui um imenso volume de vendas e negocia preços baixos com seus fornecedores, resultando em produtos de baixo custo em suas lojas que são difíceis de replicar pelos concorrentes.

O modelo de negócios da GEICO oferece um ótimo exemplo de como uma vantagem de custo pode criar fosso ou vantagem competitiva sustentável.

A vantagem de custo da empresa é que ele vende diretamente ao consumidor, através da internet e do telefone, em vez de empregar um exército de agentes caros, o que agrega uma enorme quantidade de despesas operacionais.

No Brasil podemos citar a empresa de mineração Vale, que é a maior produtora de minério de ferro do mundo.

Apesar de ser uma empresa de commodity, a Vale possui uma logística altamente eficiente que consegue reduzir drasticamente seus custos de produção. Isso permite que ela consiga passar pelos momentos de baixa do preço do ferro bem melhor que suas concorrentes.

5 – Escala Eficiente

Efficient Scale

A escala eficiente surge quando um mercado particular é melhor servido por um número limitado de empresas, dando-lhes quase status de monopólio.

As empresas de serviços públicos são exemplos de empresas com escala eficiente que são necessárias para atender eletricidade e água aos seus clientes em uma única área geográfica.

A construção de uma segunda empresa de serviços públicos na mesma área seria muito dispendiosa e ineficiente.

A localização geográfica é outro excelente exemplo.

Se você tem uma propriedade em uma área onde o desenvolvimento é restrito ou que possui proximidade única de um bem comercial (por exemplo, uma rodovia), isso pode desencorajar concorrentes que de outra forma poderiam querer construir.

Como encontrar fossos econômicos

Uma das chaves para encontrar investimentos superiores a longo prazo é comprar empresas que poderão ficar um passo à frente de seus concorrentes e é essa característica que os investidores devem tentar capturar com a classificação do fosso econômico.

Existem duas formas de avaliar isso: qualitativa e quantitativa.

A  análise qualitativa é saber identificar alguma das 5 fontes que vimos anteriormente. Além disso, o investidor deve saber como analisar as características do negócio, do setor e seus concorrentes.

A análise quantitativa é avaliar o desempenho financeiro histórico da empresa e comparar com seus pares.

As empresas que geram retornos sobre o capital investido (ROIC) superior ao custo médio de capital por muitos anos consecutivos costumam ter um fosso econômico, especialmente se seus retornos sobre o capital aumentaram ou são bastante estáveis.

É claro que o passado é altamente imperfeito do futuro, então olhamos atentamente para a origem dos lucros econômicos em excesso de uma empresa antes de atribuir uma classificação do fosso.

“A dificuldade não está em identificar o que é um bom negócio hoje. A verdadeira dificuldade é encontrar o que será um bom negócio daqui a cinco ou dez anos.”


– Jean-Marie Eveillard

O tamanho do fosso

Fosso Econômico
As empresas com fosso econômicos podem gerar excesso de Retorno sobre o Capital Investido (ROIC) por mais tempo. Fonte: Morningstar.

A presença e o tamanho de um fosso econômico se correlacionam com a capacidade de uma empresa sustentar a rentabilidade a longo prazo.

Medir o tamanho real do fosso é difícil e muitas vezes não pode ser feito matematicamente.

Por exemplo, sinais óbvios como um negócio semelhante ao monopólio podem indicar um fosso.

O excesso de lucros, as enormes margens de lucro e o desempenho relativo em relação aos pares da indústria são sinais clássicos de uma empresa com um fosso.

Outras métricas que medem a qualidade do fosso econômico incluem índices que medem o retorno ao acionista, como o ROIC (Retorno sobre o Capital Investido) e o ROE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido).

Empresas com mais de um fosso econômico

É possível que algumas empresas tenham mais de um tipo de fosso.

Por exemplo, muitas empresas que usam o efeito de rede também se beneficiam de uma escala eficiente, porque essas empresas tendem a crescer mais do que seus concorrentes menores.

Empresas como a Apple, com uma forte marca e com alto custo de mudança também possuem mais de uma fonte de fosso econômico.

Em geral, quanto mais tipos de fosso econômico uma empresa tem, e quanto maior forem esses fossos, melhor.

Fique longe de pequenos fossos econômicos

Um fosso estreito dificulta a sustentabilidade da lucratividade acima da média.

As empresas com fossos estreitos podem mostrar um tremendo crescimento por um período de tempo, mas, inevitavelmente, os competidores atravessam esse fosso e atacam a vantagem do castelo, gerando uma grande rentabilidade.

Fique atento aos indicadores de rentabilidade e produtividade da empresa.

Baixas margens, baixo ROE e ROIC, ou mesmo queda expressiva nesses indicadores mostram que a empresa não tem vantagem competitiva.

Tenha uma margem de segurança

Comprar empresas com grandes fossos econômicos soa bem no papel, mas você provavelmente não é o único no mundo a ter descoberto isso.

As empresas com grandes fossos tendem a ser negociadas a preços premium, já que o mercado o recompensa pelo seu desempenho financeiro e operacional.

Usar uma margem de segurança seria inteligente e prudente.

Ter a paciência de esperar pela irracionalidade do mercado derrubar o preço das ações de uma empresa de alta qualidade resultaria em menos risco.

Isso impediria que você entrasse em uma empresa muito sobreavaliada e ficasse esperando que o fosso econômico dela permanecesse intacto ao longo dos anos.

Cuidado, vantagens competitivas não duram para sempre!

Encontrar uma empresa com vantagem competitiva é apenas a metade da batalha. O próximo passo é tentar descobrir se a vantagem competitiva irá durar.

O campo de batalha corporativo é um lugar muito traiçoeiro. Quando uma empresa domina o setor, os concorrentes trabalham dia e noite para tentar atravessar o fosso e atacar o castelo.

O mercado castiga a empresa, pressionando o preço das ações para baixo e recompensando o recém-chegado generosamente.

O melhor exemplo é a Kodak.

A Kodak, que um dia foi uma das marcas mais fortes do mundo (a caixa amarela da Kodak), viu sua venda de filmes despencar à medida que mais consumidores mudavam para câmeras digitais.

Para piorar de vez, a Kodak deixou a concorrente Fujifilm diminuir o seu fosso de várias maneiras. A Kodak deixou a Fuji entrar nas Olimpíadas de 1984, em Los Angeles, e tirar o aspecto especial de que apenas a Kodak estava apta a fotografar as Olimpíadas.

A Fujifilm entrou imediatamente nas mentes das pessoas e roubou grande parte do mercado da Kodak.

Outro exemplo de vantagem competitiva que desapareceu é o das edições impressas das enciclopédias.

As grandes marcas de enciclopédias, como a Encyclopaedia Britannica (que chegava a custar U$ 1700 dólares!) possuía vantagem competitiva que dificultava o avanço das outras enciclopédias. Eles tinham diversos colaboradores especialistas de renome internacional, até mesmo ganhadores de Prêmio Nobel.

No entanto, essa vantagem não foi capaz de sobreviver ao Google e a Wikipédia, além e as diversas outros sites para nichos específicos, encontradas gratuitamente na internet.

Exemplos de destruição de vantagens competitivas

Existem muitos exemplos atuais de ameaças a vantagens competitivas e fossos econômicos no mundo dos negócios.

Graças aos avanços da tecnologia da informação, diversos setores bem estabelecidos no mercado tiveram seus fossos econômicos invadidos e, em alguns casos, destruídos. Confira a lista:

  • Skype x Empresas de telecomunicações
  • Whatsapp x Empresas de telecomunicações
  • Waze x Empresas de GPS
  • Booking x Agências de Turismo
  • Airbnb x Grandes redes de hotéis
  • Netflix x Emissoras de TV
  • Uber x Empresas de Táxi
  • Tesla x Fabricantes de Automóveis
  • Nubank x Grandes bancos
  • OLX x Classificados de Jornais

Além dessas empresas que roubaram marketshare de setores inteiros, temos exemplos de tecnologias que foram ultrapassadas ao longo do tempo.

  • Máquina de escrever x Computador
  • CD x Pendrive
  • Pendrive x Nuvem
  • Smartphones x Celulares

O que isso quer dizer?

Quer dizer que o tempo muda, as tecnologias mudam e o modo de consumo também.

Aprenda a identificar vantagem competitiva, fossos econômicos e, principalmente, se os negócios de uma empresa e/ou setor estão sendo ameaçados por eventuais concorrentes.

É uma tarefa árdua, mas é essencial os investidores entenderem bem do negócio de uma empresa.

Frequentemente, você vai olhar para um negócio com resultados fabulosos. A questão é: ‘Quanto tempo isso pode continuar?’ Bem, só há uma maneira de descobrir a resposta. Você deve pensar como os resultados estão hoje e descobrir o que poderia fazer com que eles parassem de ocorrer no futuro.”


– Charlie Munger

CONCLUSÕES

Um fosso econômico é a vantagem competitiva que uma empresa tem sobre outras empresas na mesma indústria.

A ideia de um fosso econômico refere-se ao quão provável é que uma empresa mantenha os concorrentes à distância durante um período prolongado.

Neste artigo vimos cinco fontes de fosso econômico:

  1. Ativos intangíveis
  2. Custos de mudança
  3. Efeito de rede
  4. Vantagem de custos
  5. Escala eficiente

Identificar um fosso levará um pouco mais de esforço do que procurar alguns números, mas achar e entender a posição competitiva de uma empresa é um processo importante para determinar sua rentabilidade a longo prazo.

Seu primeiro passo ao comprar uma empresa é identificar suas vantagens competitivas e determinar o quanto elas são duradouras.

Com o passar do tempo, essas empresas precisam ser capazes de resistir melhor as tempestades do que seus concorrentes e, ao mesmo tempo, aumentar o valor aos acionistas.

Uma vez que você identificou essas empresas, mantenha-se atualizado sobre seus setores, os acontecimentos corporativos e monitore o tamanho do fosso.

 

Bons investimentos!

 

Livros recomendados

 

Fontes de consulta

  • https://www.fool.com/knowledge-center/economic-moat.aspx
  • http://www.investopedia.com/terms/e/economicmoat.asp
  • http://www.valuewalk.com/2015/09/warren-buffett-on-economic-moats/
  • https://www.oldschoolvalue.com/blog/stock-analysis/measuring-moat-value-creation-checklist/
  • http://fifthperson.com/5-economic-moats-i-look-for-in-a-company-before-investing/
  • http://www.morningstar.com/InvGlossary/economic_moat.aspxhttp://www.morningstar.com.au/stocks/article/how-Morningstar-estimates-a-stocks-intrinsic-value/8440
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