Perfil de Investidor: Entenda porque seu perfil pode ajudar a construir sua carteira de investimentos

Perfil de Investidor
Você sabe qual é o seu perfil de investimento?

“Perfil de investidor” certamente faz você pensar naquelas definições chatas de bancos e corretoras, onde você preenche um formulário padronizado, com perguntas pasteurizadas e algumas vezes sem sentido.

Eu concordo.

Entretanto, o conceito de perfil de investidor é uma das coisas mais importantes para a elaboração de uma estratégia de investimentos.

O motivo de ser importante é somente responder uma simples pergunta:

“Diante de meus objetivos financeiros, qual minha capacidade de suportar riscos?”

Ou seja, a formação de uma carteira de investimentos envolve o conhecimento de sua capacidade de suportar o risco.

Aliás, o risco é a primeira coisa que o investidor deve se importar.

Conhecer o seu perfil vai ajudar a definir suas capacidades e limitações, deixando-o mais preparado para alcançar seus objetivos pessoais e financeiros.

O que você vai aprender neste artigo:

  • Como descobrir seu perfil de investidor
  • Porque definir seu perfil vai ajudar na estratégia de alocação de ativos
  • Quais os seis passos que você pode seguir para definir seu perfil de investidor

Perfil de Investidor: Como saber qual é o meu?

Apesar desse conceito ser ultrapassado, em minha opinião, pode ajudar o investidor a entender melhor a si mesmo.

Eu falo ultrapassado porque a única intenção dos bancos e corretoras com essa ferramenta era oferecer seus produtos, geralmente fundos de investimentos.

E eles não fazem isso porque são bonzinhos.

Eles ganham taxas e comissionamentos ao indicarem e gerenciarem carteiras inteiras.

Deixar as decisões de investir seu dinheiro nas mãos de terceiros pode ser cômodo, e realmente é para muita gente.

Mas não para mim.

Eu decidi que iria investir meu próprio dinheiro, porém sabia que iria cometer muitos erros, iria precisar estudar e que não seria nada fácil.

Pois bem, logo no início, antes mesmo de construir minha carteira, eu pensei bastante em que eu iria investir.

Como eu iria determinar a alocação de meus ativos?

Então eu fiz uma autoanálise do meu perfil de investidor. E é exatamente isso que irei tentar fazer neste artigo.

O perfil de investidor ajuda a responder perguntas do tipo:

  • O que eu desejo para o futuro?
  • O que pretendo fazer no futuro com esse dinheiro?
  • Quando vou precisar resgatar os recursos?
  • Já investi em ações ou fundos imobiliários?
  • Consigo aguentar a volatilidade da renda variável ou devo ficar na renda fixa?
  • Quanto vou perder se investir nesse ativo?
  • Qual minha tolerância ao risco?
  • Caso meus ativos despenquem de valor no mercado, eu vou suportar perdas de 30, 40, 60%?
  • Estou realmente preparado para perder uma parcela ou a totalidade do dinheiro investido?

Perceba que existem diversas perguntas, algumas técnicas, mais objetivas, e outras subjetivas.

As perguntas objetivas são fáceis e devem ser encaradas com seriedade.

Não finja para você mesmo que sabe de algo quando, na realidade, não sabe nada.

Seja sincero!

O primeiro passo aqui é você ser sincero.

Descubra suas limitações e ENFRENTE isso.

Os 3 Perfis de Investidor: Qual é o seu nível de tolerância ao risco?

Muitos especialistas utilizam o conceito de perfil de investidor, normalmente classificados em conservadores, moderados e agressivos.

Não existe um perfil ideal para cada pessoa. Você, e somente você precisa encontrar o seu.

Simplificar em 3 perfis é algo realmente sem sentido (e chega até ser simplório).

Não estou aqui para rotular ninguém, mesmo porque é impossível.

Entretanto, para fornecer uma breve noção de como você pensa em relação aos investimentos, em especial ao risco, esses três perfis vão te dar uma luz.

Vamos lá.

1 – Perfil Conservador

Perfil de Investidor Conservador

O conservador é aquele que, por ter necessidade de resgatar sua aplicação no curto e/ou a médio prazo, busca investimentos mais seguros, com menos volatilidade e risco, sacrificando a rentabilidade.

Esse tipo de investidor é avesso ao risco e se guia pela vontade de preservação do capital investido.

Normalmente investem grande parte do seu capital em ativos de renda fixa, tais como poupança, CDB, títulos do tesouro e fundos de renda fixa (dentre outros).

Alocação de ativos: 90% a 100% em renda fixa e até 10% em renda variável.

2 – Perfil Moderado

Perfil de Investidor Moderado

O moderado, por sua vez, possui alguma sobra de capital da qual não terá de dispor no horizonte de alguns anos.

Logo, pode pensar em ganhar dinheiro em estratégias com prazos mais longos.

Sua inclinação ao risco, contudo, não é das mais elevadas.

Para se proteger e, ao mesmo tempo, auferir lucros, procura atuar em diversas frentes ao mesmo tempo, fazendo um ‘mix’ de operações.

Podemos dizer que esses investidores são um meio termo entre o conservador e o agressivo. Concilia riscos e as perspectivas de ganho, mas ainda evitando exposições efetivas.

Buscam a segurança e baixa volatilidade em ativos de renda fixa, mas também alocam parte do seu capital em ativos de renda variável, como ações e fundos imobiliários.

Alocação de ativos: 70 a 90% em renda fixa e 10 a 30% em renda variável.

3 – Perfil Arrojado

Perfil Arrojado Agressivo

O investidor com perfil arrojado (ou agressivo) está disposto a correr riscos maiores em busca de retorno diferenciados no longo prazo.

Esses investidores possuem uma tolerância maior ao risco e volatilidade.

O ideal aqui é que este investidor conheça muito bem o mercado, já esteja familiarizado com diferentes tipos de investimentos e, principalmente, saiba qual suas vantagens e desvantagens.

Esse perfil exige que se estude mais.

Investem grande parte de seu capital em ativos de renda variável, tais como ações, fundos imobiliários, fundos de ações e ETFs, etc.

Alocação de ativos: 40 a 60% em renda fixa e 40 a 60% em renda variável.

Outras Categorias

Outras categorias intermediárias existem, como por exemplo, como conservador-moderado, muito agressivo, e por ai vai.

O fato é que essa classificação existe apenas para se medir a tolerância aos riscos.

O ideal é o investidor diversificar ativos financeiros a fim de reduzir a volatilidade da sua carteira.

Tudo isso vai refletir em sua Alocação e Diversificação de Ativos.

Recomendo a leitura:

6 Passos para Definir seu Perfil de Investidor

Não existe um formulário definitivo, método absoluto e muito menos uma receita de bolo.

O perfil de investidor é abstração, porém de muita importância (principalmente para quem nunca investiu).

Com as devidas orientações é possível desenhar um perfil que se adeque a cada pessoa. Eu mesmo fiz isso no início e continuo revisitando essas perguntas.

Eu separei 6 passos para você entender melhor seu perfil que, nada mais é que conhecer a si mesmo.

1 – Defina seu Objetivo Pessoal

Objetivo Pessoal

Todos nos temos objetivos de curto, médio e longo prazo (e até sem prazo).

Antes de investir é necessário saber quais seus objetivos.

O que você para o futuro?

Quais seus sonhos, desejos e aspirações?

As pessoas tem sonhos e desejos, o que é normal.

Afinal de contas, o dinheiro serve exatamente para isso, ser uma ponte para realização de sonhos.

Mas, a partir do momento que decide investir, você precisa ter pé no chão e ser racional.

Veja abaixo típicos objetivos pessoais:

  • Trocar de carro
  • Comprar um apartamento
  • Reformar a casa
  • Fazer uma grande viagem
  • Pagar a Universidade dos filhos
  • Abrir um Negócio
  • Aposentadoria
  • Acumular Patrimônio
  • Independência Financeira
  • E por aí vai..

Detalhe: você pode possuir diversos objetivos!

Não se limite a um ou dois.

Porém, cada objetivo pessoal deve ter a formação de uma carteira específica.

Vou dar um exemplo.

Digamos que três irmãos, Antônio, Marcela e Carlos estejam pensando em investir seu capital oriundo de seu trabalho para realizar diferentes sonhos.

  • Antônio planeja investir para trocar de carro.
  • Marcela deseja comprar um belo apartamento.
  • Carlos, apesar de ser o mais novo, quer acumular patrimônio e alcançar a independência financeira

2 – Defina seu Objetivo Financeiro

Objetivo Financeiro

Você precisa definir seu objetivo financeiro.

Como assim? Eu já não define meu objetivo antes?

Calma, o objetivo financeiro serve como um apoio ao objetivo pessoal.

Ele não quer saber qual seu sonho ou aspiração, mas apenas como você pode alcançar sua meta em termos de dinheiro.

Veja abaixo três clássicos objetivos financeiros:

Voltando ao exemplo dos três irmãos:

  • Antônio deseja preservar seu capital, mantendo uma retorno que compense a inflação.
  • Marcela tem um apetite de risco é maior, ela deseja obter retornos acima da inflação através do aumento do capital investido.
  • Carlos decide que quer investir para obter geração de renda, complementando sua aposentadoria do INSS.

Deu para entender?

3 – Determine o Prazo de Investimento

Prazo de Investimento

Após definir seus objetivos pessoais e financeiros, você agora precisa encontrar os prazos para realizar seus sonhos.

  • Curto prazo (1 a 5 anos)
  • Médio prazo (5 a 10 anos)
  • Longo prazo (acima de 10 anos)

No nosso exemplo acima, podemos definir os prazos que os três irmãos.

  • Antônio deseja trocar de carro daqui a 3 anos, portanto curto prazo
  • Marcela quer comprar um apartamento, mas como mora com os pais, não tem pressa. Seu horizonte é para daqui a 6 a 8 anos, portanto médio prazo.
  • Carlos está investimento para o longo prazo, daqui a 20 a 30 anos, se possível sem prazo!

Sem prazo?!

Sim, isso mesmo.

Carlos pensa em deixar toda sua herança para seus filhos (após ensinar eles tudo que aprendeu sobre dinheiro, é claro).

Então, todo aquele patrimônio acumulado vai ser passado.

É assim que os ricos fazem!

4 – Conheça seu Nível de Experiência

Nível de Experiência

Saber quanto você conhece do mercado é muito importante antes de começar a investir.

Busque estudar e conhecer bem sobre os investimentos que pretende realizar.

Um investimento é arriscado pra você na medida em que você tem capacidade para mitigar ou controlar esse risco.

Quanto mais conhecimento você adquirir a respeito do mercado financeiro e dos investimentos, mais condições você terá para administrar os riscos dos seus investimentos.

E com mais conhecimento você vai conseguir investir em ativos financeiros mais complicados e arriscados, sem ter que perder o sono por conta disso.

Voltando a nosso exemplo dos três irmãos.

  • Antônio conhece muito pouco do mercado e investimentos, prefere investir na poupança. Prático, de acordo com seu conhecimento e ideal para seu objetivo.
  • Marcela estudou um pouco mais e sabe que pode obter melhores retornos investindo em títulos públicos, em especial aquele próximo ao prazo de seu investimento. Mas ela vem estudando com seu irmão Carlos e pretende investir em ações em algum momento (afinal, quer retornos acima da inflação).
  • Carlos estudou (e continua estudando) muito sobre ações e fundos imobiliários. Ele sabe que para investir na renda variável vai precisar se desenvolver – mas ele está disposto para isso.

Perceba uma coisa importante: não tem problema nenhum em reconhecer que não conhece nada.

É muito importante a pessoa reconhecer o que sabe e, principalmente, o que não sabe!

Poucas pessoas conseguem.

5 – Conheça seu Apetite de Risco

Tolerância ao Risco nos Investimentos

Agora chegou o momento de escolher qual ativo investir.

Para isso é necessário conhecer o seu nível de tolerância ao risco.

Nem todo mundo consegue investir em renda variável, e não há nada de errado.

Tem muita gente bem sucedida em investimentos que não tem nada de renda variável.

Você pode começar sabendo em qual item abaixo você se encaixa:

Além de saber qual seu perfil de risco você deverá avaliar a liquidez dos ativos que pretende investir.

A liquidez mede a facilidade que o investidor tem em se desfazer de seus ativos.

Nada adianta você definir um objetivo pessoal para daqui a 3 anos e não conseguir se desfazer de seus ativos.

Além disso, estar exposto a apenas a um tipo de ativo é estar demasiadamente exposto a diversos tipos de risco, não só o risco da própria volatilidade (variação de preço) do ativo.

Existem diversos tipos de risco implícitos em todos os investimentos. Conheça-os!

Voltando ao nosso exemplo:

  • Antônio tem um baixo apetite de risco e nenhum interesse em investir além da poupança.
  • Marcela tem um apetite de risco moderado. Apesar de investir em sua maioria em renda fixa para comprar o apartamento, aceita investir uma pequena parte em ações.
  • Carlos tem um apetite de risco alto. Aceita a volatilidade do mercado e quedas de curto prazo.

6 – Invista!

Experiência do investidor

Depois que definiu seu perfil e sabe em que vai investir, o próximo passo é construir sua carteira de investimentos.

Você pode fazer isso através da alocação de ativos e diversificação.

Defina suas estratégias, reserve parte de seus recursos e procure realizar seus objetivos pessoais e financeiro.

Nada adianta definir tudo isso e não colocar em prática.

Não desista. Busque, aprenda e se desenvolva.

Para finalizar, os três irmãos criaram suas carteiras da seguinte forma:

  • Antônio: vai investir 70% em poupança e 30% em títulos pós-fixado da Selic para 3 anos. Sua irmã o convenceu que seria melhor alocar parte de seu capital em títulos.
  • Marcela: vai investir 40% em títulos pós-fixado Selic, 40% em títulos pós-fixados indexados ao IPCA para o prazo de 6 anos. Carlos convenceu Marcela a investir 20% em ações de empresas grandes e sólidas. Ela se comprometeu a estudar mais sobre renda variável.
  • Carlos: vai investir 40% em ações de variadas empresas, 20% em fundos imobiliários e 40% em títulos pós-fixados atrelados ao IPCA (com prazos acima de 20 anos).

Esteja Preparado para Mudar

O perfil de investidor é algo dinâmico.

Com o tempo você vai se conhecendo melhor e vai adequando a alocação dos ativos de sua carteira.

Esse “perfil dinâmico” de investidor é único e varia de pessoa para pessoa, além de também ser dinâmico com a idade.

A pessoa mais jovem pode se dar ao luxo de investir mais em ativos de renda variável, pois terão mais tempo para se recuperar de prováveis quedas abruptas do mercado.

Por outro lado, a medida que a pessoa vai ficando mais velha, é normal se tornar mais conservador e buscar ativos menos voláteis.

Logicamente que isso não é limitante para nada.

Isso não impede de uma pessoa mais velha investir pesado em ativos de renda variável, se ela realmente souber o que está fazendo.

Quer se tornar um investidor melhor? Recomendo a leitura:

Para quem faz Buy & Hold: O que vai te deixar Rico é Aporte + Tempo

Não adianta buscar rentabilidade alta, avaliar retornos e fazer a maior lambança em sua carteira a fim de bater tal índice de mercado.

Pare com isso.

O que vai te deixar rico mesmo, é o QUANTO você POUPA por mês e coloca esse dinheiro para investir, além de reinvestir todo os rendimentos na fase de acumulação de patrimônio.

Você pode até se interessar em buscar retornos maiores, porém muitas vezes não faz sentido algum.

Quem investe regularmente, não investe grandes somas de valores e tem uma carteira diversificada não faz sentido perder tempo na busca por retornos elevados.

Tentar fazer timing de mercado, buscar o melhor preço de compra e entrar com grandes somas de valor é algo para quem SABE MUITO BEM O QUE ESTÁ FAZENDO.

Perceba que o risco é bem maior para este perfil.

Mesmo que você acredite que pode vencer usando estratégias mais arriscadas, tenha cuidado com seus vieses cognitivos.

Principalmente: Cuidado com o que você ACHA que sabe!

Se você ainda não sabe porque deveria acumular patrimônio, recomendo:

Para todos os Investidores: Tenha Pé no Chão!

Ter sonhos e objetivos é uma coisa maravilhosa.

É para isso que investimos nosso dinheiro.

Conhecer o perfil de investidor vai ajudar a você definir um norte, a criar uma carteira de investimentos e iniciar sua jornada.

Mas, você precisa ter pé no chão.

Olhe bem, não estou falando que você deve limitar seus sonhos.

Mas você precisa entender que o investidor inteligente não vai arriscar seu capital em operações especulativas e que prometem retornos fora de série.

Portanto, fuja de qualquer investimento que prometa retornos acima da realidade, que não sejam bem conhecidos e que, principalmente, diga que é um “retorno garantido”.

Não existe retorno garantido em nada.

SEMPRE VÃO HAVER RISCOS!

Portanto, fuja de promessas de ganho rápido, esquemas de pirâmide e qualquer outra coisa do gênero.

Estude sempre!

Seja Racional, não Emocional.

Ao longo do tempo você vai enfrentar a volatilidade do mercado, vai ter que controlar seu comportamento e se manter firme em sua jornada.

Meu Perfil de Investidor

Não poderia terminar esse artigo sem falar sobre meu perfil

Como eu disse antes, o perfil de investidor é algo individual e que só interessa a pessoa.

Serve como um guia em sua jornada.

Vou falar sobre o meu perfil seguindo os passos anteriores:

  1. Objetivo Pessoal: Acumular Patrimônio e Independência Financeira
  2. Objetivo Financeiro: Geração de Renda
  3. Prazo de Investimento: Longo Prazo. Na verdade, é sem prazo. Se perder valor, vendo meus ativos em carteira. Até lá fico com eles.
  4. Nível de Experiência: Considero que tenho um nível de experiência satisfatório, que me deixa tranquilo para investir em renda fixa (títulos públicos) e renda variável (ações e fundos imobiliários). Não tenho experiência em debêntures, opções, derivativos, moedas e imóveis.
  5. Apetite de Risco: Considero que sou Arrojado. Não tenho medo de oscilações de curto prazo, tenho uma visão de longuíssimo prazo e busco acumular valor em empresas e fundos imobiliários.
  6. Invista!: Já invisto a bastante tempo e continuarei a investir. Vou cometer erros (como já cometi), mas vou aprender a lidar com eles.

Como já disse outras vezes, sou investidor sem prazo.

Me considero um investidor em valor porque busco acumular patrimônio em ativos de qualidade.

Minha estratégia segue alocação de ativos, diversificação, buy and hold e compras médias regulares.

Para ler mais sobre, acesse:

CONCLUSÕES

Neste artigo vimos o que significa o perfil de investidor, para que serve e o que fazer para determiná-lo.

Foi mostrado os 3 perfis de investidor mais básicos:

  • Conservador: não está disposto a correr riscos, prefere investimentos mais seguros, com menos volatilidade e risco, sacrificando a rentabilidade. Investe no máximo 10% em renda variável, focando mais em renda fixa.
  • Moderado: busca o equilibro maior entre risco e retorno, tem uma carteira mais balanceada. Geralmente investe até 30% em renda variável e o restante em renda fixa.
  • Arrojado: está disposto a correr riscos maiores em busca de retorno diferenciados no longo prazo. Normalmente investe 50 a 60% em renda variável.

Porém, esses perfis não são regras e muito menos tem a intenção de limitar ninguém.

Sabemos que definir um perfil de investidor não é tão simples, não tem fórmulas nem padrão.

Cada pessoa tem uma percepção de risco.

Porém, eu acredito que é interessante uma avaliação pessoal antes de começar a investir, antes de construir sua carteira de investimentos.

Pensado nisso, listei 6 passos que eu considero que podem ajudar a definir seu perfil, foram eles:

  1. Defina seu Objetivo Pessoal
  2. Defina seu Objetivo Financeiro
  3. Determine o Prazo de Investimento
  4. Conheça seu Nível de Experiência
  5. Conheça seu Apetite de Risco
  6. Invista!

Se você está começando a investir, recomendo que estude bastante.

Leia livros, faça cursos, busque tutoriais.

Aprenda o suficiente para que você consiga montar sua própria estratégia de investimento.

Dessa forma você vai estar em constante evolução.

 

Convido você a compartilhar qual seu perfil de investimentos.

Você é aquele tipo mais conservador, que prefere alocar maior parte do seu capital em renda fixa?

Ou é mais arrojado, que está disposto a alocar maior parte do seu patrimônio em ativos de renda variável?

 

Bons investimentos!

 

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Perfil de Investidor: Entenda porque seu perfil pode ajudar a construir sua carteira de investimentos
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